Odin Irgel Rock – 2017

Projeto solo de um grande amigo meu Rodrigo Nickel um dos maiores músicos que já tive a honra de tocar e ouvir.

Vai do jazz ao rock clássico, passando pelo progressivo.

ODIN IRGEL ROCK: é na verdade um anagrama construído a partir de RODRIGO NICKEL, onde ODIN faz referência ao grande Deus Nórdico, IRGEL é um nome de origem desconhecida que significa aquele que ajuda seu próximo através da arte e ROCK que remete ao estilo musical e também a um estilo de vida livre, sem preconceitos e sem barreiras.
RODRIGO NICKEL: saxofonista e compositor, formado em saxofone pelo Conservatório de MPB de Curitiba, já tocou e gravou com bandas como GOYA, CORDEL DE PRATA, CONFRARIA DA COSTA, VELHO 7, etc. Já se apresentou em diversos festivais pelo Brasil e se apresenta atualmente como saxofonista da banda de jazz e blues JELLY ROLL e da banda de FUNK e SOUL Dinamite Combo. Lançou seu primeiro disco em abril de 2017 intitulado ODIN IRGEL ROCK.

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Faixas:

! – Brisa de Verão

2 – Argento

3 – Estrada da Graciosa

4 – Para Ariel e Ucla

5 – The Beggar of the garden

6 – C’est Bizarre

7 – O vento na Terra Vermelha

Ficha Técnica:

Composição e arranjos: Rodrigo Nickel

Gravação e mixagem: Rodrigo Nickel

Masterização: Eduardo Bascheko

Fotografia: Tiago Nickel

Arte Gráfica: Renan Alves

Produção: Rodrigo Nickel

Músicos:

Rodrigo Nickel: Sax alto e tenor, flauta transversal, violão, guitarra, teclado e baixo elétrico.

Giva: bateria nas faixas 1,2,3 e 5

Massao Vinícius: bateria nas faixas 6 e 7

Thiaguera: voz na faixa 5

Agradecimentos: Manu, Tiago Nickel, Eduardo Bascheko,

Renan Alves, Giva, Massao Vinícius, Thiago José Gollin e Márcio Inglat.

Para saber mais sobre Odin Irgel Rock acesse:

https://www.facebook.com/odinirgelrock/

Todo este disco foi gravado através de um gravador digital KORG SOS SR1.

Download:

https://mega.nz/#!R8ojiJDQ!9CSEcaBPIp73b1_aIwtxl5eKDjjou18NujVhczR-Keg

Soft Machine Vol II – 1969

Segundo disco da banda da cena de Canterbury.

 

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Track listing

Side 1

  1. “Rivmic Melodies” – 17:07
    1. “Pataphysical Introduction – Pt. 1” (Robert Wyatt) – 1:00
    2. “A Concise British Alphabet – Pt. 1” (Hugh Hopper, arr. Wyatt) – 0:10
    3. “Hibou, Anemone and Bear” (Mike Ratledge, Wyatt) – 5:58
    4. “A Concise British Alphabet – Pt. 2” (Hopper, arr. Wyatt) – 0:12
    5. “Hulloder” (Hopper, Wyatt) – 0:52
    6. “Dada Was Here” (Hopper, Wyatt) – 3:25
    7. “Thank You Pierrot Lunaire” (Hopper, Wyatt) – 0:47
    8. “Have You Ever Bean Green?” (Hopper, Wyatt) – 1:23
    9. “Pataphysical Introduction – Pt. 2” (Wyatt) – 0:50
    10. “Out of Tunes” (Ratledge, Hopper, Wyatt) – 2:30

Side 2

  1. “As Long as He Lies Perfectly Still” (Ratledge, Wyatt) – 2:30
  2. “Dedicated to You But You Weren’t Listening” (Hopper) – 2:30
  3. “Esther’s Nose Job” – 11:13
    1. “Fire Engine Passing with Bells Clanging” (Ratledge) – 1:50
    2. “Pig” (Ratledge) – 2:08
    3. “Orange Skin Food” (Ratledge) – 1:52
    4. “A Door Opens and Closes” (Ratledge) – 1:09
    5. “10.30 Returns to the Bedroom” (Ratledge, Hopper, Wyatt) – 4:14

Note: The first two tracks on side two are NOT part of the suite; this is certified by the concerts of Soft Machine in which they played the suite, which never included the first two tracks, that, as an addition, were performed with their own title in other concerts. This even if the original LP reported the second side as “Esther’s Nose Job”, which of course is a lyrical licence.

Personnel

Additional personnel

 

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Disco excelente, um belo representante da cena Canterbury,numa mistura de jazz, rock progressivo e psicodélico com dadaísmo e improvisos.

 

 

Download:

 

 

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Gato Barbieri – RIP

Homenagem ao super saxofonista argentino que faleceu agora no começo do mês de abril de 2016.

Postarei meus dois discos favoritos dele aonde ele flerta também com a música brasileira e toca com músicos brasileiros como Naná Vasconcelos que também faleceu recentemente e Airto Moreira.

 

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Gato Barbieri, nascido Leandro José Barbieri (Rosário, 28 de Novembro de 1932Nova York, 2 de abril de 2016 foi um saxofonista tenor de jazz, argentino..

Inicialmente influenciado pelo free jazz, nos anos 1960, Barbieri evoluiu para o jazz latino, na década seguinte. Afetado por problemas de saúde e pela morte de sua mulher, Michelle, o músico permaneceu praticamente inativo ao longo de quase toda a década de 1990. Retornou em 1997, tocando no Playboy Jazz Festival de Los Angeles e gravando, desde então, alguns discos.  No final de sua vida, menos activo, Barbieri passou a compor e tocar smooth jazz.

Em 1973 , recebeu um Grammy de melhor composição instrumental, pela banda sonora do filme O Último Tango em Paris, de Bernardo Bertolucci[4] [6] . Em 2015, recebeu o Grammy Latino de Excelência Musical.[7] [8]

Gato Barbieri morreu de pneumonia em um hospital de Nova York, depois de passar por uma cirurgia para a remoção de um trombo, segundo informou sua esposa, Laura Barbieri.

 

 

Fenix – 1971 

Flyng Dutchman

gato barbieri fenix

 

 

Track listing

  1. “Tupac Amaru” (Gato Barbieri) – 4:14
  2. “Carnavalito” (Unknown) – 9:08
  3. “Falsa Bahiana” (Geraldo Pereira) – 5:50 Amazon
  4. El Día Que Me Quieras” (Carlos Gardel, Alfredo Le Pera) – 6:12
  5. “El Arriero” (Atahualpa Yupanqui) – 7:22
  6. “Bahia” (Unknown) – 6:22

Personnel

 

 

 

 

 

Download:

 

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Under Fire – 1973

Flying Ditchman

Under Fire is an album by Argentinian jazz composer and saxophonist Gato Barbieri featuring performances recorded in New York in 1971 and first released on the Flying Dutchman label in 1973

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Track listing

  1. “El Parana” (Gato Barbieri) – 8:58
  2. ” Yo le Canto a la Luna” (Atahualpa Yupanqui) – 4:49
  3. “Antonico” (Ismael Silva) – 3:48
  4. “Maria Domingas” (Jorge Ben) – 9:28
  5. “El Sertao” (Gato Barbieri, Sérgio Ricardo) – 8:16

Personnel

 

 

Download:

 

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São dois discos fantásticos que misturam free jazz, latin jazz, música brasileira e jazz fusion.

 

 

Fiquem com uma apresentação em Roma no ano de 1972 com Naná na percussão.

 

Soft Machine – Jet-Propelled Photographs – 1967

Compilação de músicas do começo da banda na sua fase mais psicodélica que não saíram no ano em que foram gravadas (1967) foram aparecer somente em 1971 com o nome de Soft MachineFaces And Places Vol. 7 e depois relançado com esse nome – Jet-Propelled Photographs já em 1995.

soft capa

Tracklist

1 That’s How Much I Need You Now

Written-by [Uncredited] – Robert Wyatt

2 Save Yourself

Written-by [Uncredited] – Robert Wyatt

3 I Should’ve Known

Written-by [Uncredited] – Hugh Hopper

4 Jet-Propelled Photograph

Written-by [Uncredited] – Kevin Ayers

5 When I Don’t Want You

Written-by [Uncredited] – Hugh Hopper

6 Memories

Written-by [Uncredited] – Hugh Hopper

7 You Don’t Remember

Written-by [Uncredited] – Robert Wyatt

8 She’s Gone

Written-by [Uncredited] – Kevin Ayers

9 I’d Rather Be With You

Written-by [Uncredited] – Kevin Ayers

Faixas Bônus

10 – Love Makes Sweet Music” (Kevin Ayers)

11 – Feelin’ Reelin’ Squeelin’” (Kevin Ayers)

12 – Bossa nova express (live 1968)

13 – Clarence In Wonderland – Live BBC 1967
14 –  We Know What You Mean (aka Soon, soon, sonn) Live BBC 1967
15 – .A Certain Kind Live BBC 1967
16 –  Hope For Happiness Live BBC 1967
17 –  Strangest Scene (Aka Lullaby Latter) Live BBC 1967

Recorded in London, April 1967.

Companies etc

Credits

Compilação muito boa pra conhecer essa fase inicial da banda com a sua formação original ainda com Kevin Ayers que depois teria uma bela carreira solo e com Daevid Allen  que depois formaria o Gong na França quando foi impedido de voltar para Londres já que era imigrante (australiano) e não tinha visto de trabalho.

Psicodelia de verdade com toques jazzísticos.

Download:

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Algumas fotos dessa época inicial

Capa do primeiro single da banda.

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Cartaz da turnê que fizeram abrindo pro Jimi Hendrix

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D9WKCX THE SOFT MACHINE UK pop group at the London Speakeasy club in May 1967. See Description below for names
D9WKCX THE SOFT MACHINE UK pop group at the London Speakeasy club in May 1967. See Description below for names

Robert Wyatt, Daevid Allen, Kevin Ayers and Mike Ratledge of Soft Machine

Fiquem com a lisérgica Soon, soon soon

Fredera – Aurora Vermelha – 1981

Disco lançado em 1981 pelo selo Som da Gente.

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Frederico Mendonça de OliveiraFrederyko ou Fredera, pintor, escultor, jornalista e compositor, era o guitarrista solo da banda Som Imaginário, uma das bandas que integrou, além de acompanhar diversos artistas da musica brasileira, um dos maiores guitarristas brasileiros hoje reside na cidade de Alfenas no sul de Minas Gerais.

Frederico Mendonça de Oliveira nasceu no Rio de Janeiro (RJ), no bairro da Tijuca, em 20 de maio de 1945. Seu pai, Manuel José de Oliveira, foi um funcionário público que “arranhava um violão”. Sua mãe, Nilza Mendonça de Oliveira, tinha o dom do canto. Fredera nunca estudou em um conservatório ou qualquer instituição de ensino musical, a despeito das tentativas de sua mãe. Enquanto ainda era criança, ele começou a estudar a música através do rádio, ouvindo jazz e música erudita.

Biografia

Iniciou sua carreira profissional em 1968. Nessa época, tornou-se amigo de Milton Nascimento, Wagner e Marilton Borges, com quem viria a fazer parte do Clube da Esquina.

Em 1968 e 1969, integrou, juntamente com Nonato Buzar, os músicos Edinho Trindade, Camarão, José Roberto BertramiAlex MalheirosVictor MangaMarcio MontarroyosIon MunizRaul de Souza e Chacal, e as cantoras Regininha, Dorinha Tapajós e Málu Ballona, o conjunto A Turma da Pilantragem, com o qual lançou dois LPs homônimos, um 1968 e outros em 1969, e álbum “A Turma da Pilantragem Internacional” em 1969.

Na década de 1970, fez parte do grupo Som Imaginário, com o qual se apresentou em shows, e lançou os LPs “Som Imaginário” (1970), “Som Imaginário” (1971) e “Matança do Porco” (1973). O grupo registrou as seguintes composições de sua autoria: “Pantera” (c/ Fernando Brant), “Sábado” e “Nepal”, no LP “Som Imaginário”, de 1970; “Gogó (O alívio rococó)” e “A nova estrela”, ambas com Wagner, “Cenouras”, “Ascenso” (c/ Fernando Brant), “Salvação pela macrobiótica” e “Xmas blues”, no LP “Som Imaginário”, de 1971. Também com o grupo, acompanhou Milton Nascimento em vários discos e shows nacionais e internacionais.

Em 1981, lançou o LP “Aurora vermelha” (Som da Gente), contendo suas composições “Aurora vermelha”, “Músico viajante-revelações”, “Um bolerésio (Para Tenório Jr, no céu)”, “Clara, cheia de luz”, faixa que contou com a participação de Gonzaguinha, “Pequeno poema libertário (Para guitarra, cuíca e piano acústico)” e “O horizonte nos olhos de Manu”.

Em 1984, mudou-se para Alfenas, onde passou a atuar também nas áreas de artes plásticas, literatura e o jornalismo.

Ao longo de sua trajetória, atuou com vários artistas, como Gal CostaGilberto GilCaetano VelosoRaul SeixasMarcos ValleBeto GuedesIvan Lins e Gonzaguinha.

Tem canções gravadas por Marcos Valle (“Paisagem de Mariana”, no LP “Vento sul”/1972), Maricenne Costa (“É paciência é tentação”, no LP “Maricenne Costa”/1980) e Roupa Nova (“Sábado”, no LP “Roupa Nova”/1982).

 

fredera - aurora vermelha - f (reissue lp)

 

Faixas
1 Aurora vermelha
(Fredera)
a)Crepúsculo civil (Fredera)
b)Aos mártires (Fredera)
c)Emergência (Fredera)
2 Músico viajante-revelações 
3 Um bolerésio (Para Tenório Jr, no céu)
(Fredera)
4 Clara, cheia de luz
(Fredera)
a)Mutação (Fredera)
b)Rua da estrela (Fredera)
5 Pequeno poema libertário (Para guitarra, cuíca e piano acústico) 
6 O horizonte nos olhos de Manu
(Fredera)
fredera - aurora vermelha - b (reissue lp)
Ficha Técnica:
Fredera – Violão e guitarras, arranjos e direção musical
Jota Moraes – Piano acústico, sintetizador e vibrafone
Paulo Maranhão – Baixo fender, normal e fretless
Pascoal Meirelles – Bateria e percussão
Amilson Godoy – Piano acústico (Pequeno poema libertário)
Walter Santos – Cabacinha  (Clara, cheia de luz )
Théo da Cuíca – Cuíca  (Pequeno poema libertário)
Participação especial do Gonzaquinha – vocal em (Clara, cheia de luz)
Disco muito bom e muito raro de se achar até na internet, sonoridade jazz fusion com toques de psicodelia (relembrando um pouco o Som Imaginário) e brasileiros.
Um grande guitarrista e compositor muito subestimado, que está entre os meus guitarristas favoritos.
Aqui outra capa não sei se é a original:
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Download:
fredera 2
Fiquem com a faixa que abre o disco:

Sivuca 1972

Lançamento mundial em 1972 selo Vanguart e no Brasil em 1974 pelo selo Copacabana.

 

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Sivuca  accordion, guitar and piano,percusion

Morris Goldberg (sax, clarinet and flute)

Charles Chapellear (bass)

Sadiq Shabazz (drums)

Angel Allende (percussion)

Cindy Kimball, Sue Cummings and Sivuca (vocals).

Tracks include:

01 – Ain’t no Sunshine (B. Withers)
02 – Você Abusou (I’m Free as a Bird) (Antônio Carlos Marques / Jocafi)
03 – Tunnel (Hermeto Pascoal)
04 – Ponteio (Edu Lobo / Capinan)
05 – Rosa na Favela (A Rose Born In The Ghetto) (Sergio Ricardo)
06 – Adeus Maria Fulô (Sivuca / Humberto Teixeira)
07 – Inquietação (Foolishness Of Youg Love) (Ary Barroso)
08 – Amor Verdadeiro (True Love) (Sivuca / Bandeira)
09 – Lament Of Berimbau (Sivuca)
10 – Arrasta Pé (Partytime) (Tradicional / Adpt. Sivuca)

Download:

https://mega.co.nz/#!tsYVhKjI!6syenlSM1y7o7Dfr-ufMJ-4SSSMevBTpC2bvyrsVIRs

Fiquem com o clássico Bill Withers – Ain’t no Sunshine

Mandala (1976, gravado em 1971)

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“Zeca Assumpção, Roberto Sion, Nelson Ayres, Nestico, Nivaldo Ornelas, Balança. Esses músicos formavam um grupo que tocava num Camping Club, chamado “Caracol” às margens da represa de Guarapiranga, nos fins de semana. Isso foi por volta de 1967,1968. Algum tempo depois, Zeca, Sion e Nelson foram cursar a renomada “Berklee College of Music”, em Boston (USA), de onde retornaram por volta de 1971. Através deles conheci Luiz Roberto Oliveira, que também estava com eles nos Estados Unidos e voltou trazendo o primeiro sintetizador ARP de que se tem notícia, para o Brasil. Ao chegarem de volta, com várias idéias e composições, me convidaram a formar um novo grupo, ao qual demos o nome de “Mandala”. 

Aquelas coisas indianas estavam na moda, Yoga, Macrobiótica, enfim, acho que a escolha do nome teve um pouco a ver com isso. Estávamos experimentando algumas adaptações e arranjos que tivessem um colorido próprio, procurando fugir das influências mais óbvias, da bossa e do jazz tradicional, mas sem tolher a criatividade, e isso resultou em alguns shows e numa sessão de estúdio, que anos mais tarde foi trilha de um filme e rendeu uma tiragem de Lp’s pelo selo Morrisom. Desse grupo de músicos, Zeca Assumpção foi quem continuou trabalhando comigo de forma mais constante, nos grupos de Hermeto e Egberto e no Grupo Um, mas mesmo assim tanto Sion, como Nelson e Luiz Roberto participaram comigo e eu com eles em vários outros trabalhos ao longo do tempo.”

 

Fonte do texto:

 

http://www.zeeduardonazario.com/port/traj_mandala.htm

 

1971

Bateria, percussão: Zé Eduardo Nazario
Violão, sintetizador: Luiz Roberto Oliveira
Piano: Nelson Ayres
Contrabaixo: Zeca Assumpção
Flauta, sax: Roberto Sion

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Mandala – 1976 (gravado em 1971)

Mandala

 

  1. Pitha’ta                      3’35

(Zé Eduardo Nazario)

  1. Alga                3’18

(Zeca Assumpção)

  1. Matilho                       10’44

(Luiz Roberto de Oliveira)

  1. Estilingue                    7’36

(Zeca Assumpção)

  1. Nadava                       2’06

(Roberto Sion

  1. El Bayon                     8’14

(Nelson Ayres)

 

Disco muito interessante e raro de se achar por aí com futuros integrantes do Grupo Um (Nazário e Zeca Assumpção que também tocaram nas bandas de Hermeto e Gismontti) e do Pau Brasil (Nelson Ayers) 2 das mais importantes bandas do cenário instrumental brasileiro dos anos 80.

A sonoridade é um misto de Jazz Fusion com pegada brasileira em alguns momentos misturado a um clima psicodélico com influência de música oriental, principalmente indiana.

Altamente recomendado.

 

Download:

 

https://mega.nz/#!50AgmKTA!TIdXzz6SdhnXKR_L3JJcNzmaAQ8XILGZMVio6m5220w

 

 

Fiquem com el baion e um ótimo final de semana á todos