MUSI-O-TUNYA – The Wings Of Africa – 1975

wings-of-africa

Tracklist

A1 The Wings Of Africa 7:10
A2 Dark Sunrise 8:32
A3 The Sun 6:18
B1 Mpondolo 8:00
B2 Walk & Flight 8:00
B3 One Reply 5:50

Companies, etc.

Credits

 

 

Uma das mais inovadoras e influentes bandas no movimento Zam Rock. Musi-O-Tunya foi formada em Livingstone no começo dos anos 70, conhecida por ser a primeira do guitarrista e vocalista Rikki Ililonga, músico de sucesso no país durante década de 70 e 80. Lançaram dois álbuns em 1975, com destaque para o primeiro. Uma coletânea foi lançada em 2010 com músicas do Musi e de Rikki, com o nome de Dark Sunrise.
O debut The Wings Of Africa tem 6 faixas, maioria longas, e traz aquele típico som do rock zambiano, misturando influências referências americanas como Jimi Hendrix (rock ácido e psicodélico), James Brown (funk) com afrobeat. A implacável guitarra fuzz aparece muito bem em vários solos, mas acompanhado por metais, percussão e instrumentos locais, como kalimba. Outro fato curioso é a presença de duas baterias: a africana e a “ocidental”. As letras são todas em inglês, exceto “Mpondolo”, cantada na língua local.
Sem destaque principal, pois se trata de um disco sólido. Essencial para fãs de Zam e Afro rock.

 

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Download:

 

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I.F.Á. Afrobeat + Okwei V Odili – (EP/2015)

Se liga na sonzeira fina que a banda I.F.Á. fez em seu trabalho de estréia. Ijexá Funk Afrobeat vem da Bahia e foi idealizado pelos músicos Jorge Dubman(bateria), Fabricio Mota (baixo) e Átila Santtana (guitarra) em um projeto que junta o ijexá com afrobeat e funk, além de elementos do dub, reggae e outras vertentes afro-sonoras.

Nesse EP de estréia, os músicos são acompanhados por Prince Áddamo(guitarra), Alexandre “Loro” Espinheira (percussão), Juliano Oliveira (teclados),Normando Mendes (trompete), Matias Hernan Traut (trombone), Vinícius Freitas (sax barítono) e nos presenteiam com cinco temas com a participação da cantora nigeriana Okwei V Odili.

Bela estréia!

Detalhe pra arte da capa feita pelo ilustrador Ghariokwu Lemi, responsável por várias capas de discos clássicos do Fela Kuti.

 

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Fonte do texto:

http://sopedradamusical.com/

Tracklist:

01. Afrofunk Revolution
02. Suffer
03. Afro Woman
04. Ebezener
05. Axé

 

 

O IFÁ lança o EP “IFÁ Afrobeat + Okwei V Odili”, resultado de um encontro singular com a cantora e compositora nigeriana Okwei V Odili. O EP apresenta 5 canções criadas e arranjadas em parceria entre a banda de afrobeat baiana e a cantora da Nigéria.
O EP “IFÁ Afrobeat + Okwei V Odili” nasceu do encontro entre o grupo de afrobeat instrumental IFÁ Afrobeat e a cantora e compositora Okwei V Odili, que estava fazendo uma residência artística em Salvador. Ao compartilharem temas instrumentais e canções, a banda e a artista chegaram aos arranjos das 5 faixas que fazem parte do EP.
A gravação foi realizada no Estúdio T, com produção de André T e do IFÁ Afrobeat. A capa do EP foi produzida por Lemi Ghariokwu, artista da Nigéria que fez as capas de 26 discos de Fela Kuti, o inventor do afrobeat.

 

Pra ouvir online:

 

 

Download:

 

 

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Metá Metá – Raridades

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Formação desse EP

Juçara Marçal: voz
Kiko Dinucci: guitarra, violão, voz
Thiago França: sax tenor e barítono
Marcelo Cabral: baixo
Serginho Machado: bateria

 

Uma das bandas atuais que mais gosto, juntei as 5 faixas dos 2 eps recentes deles e coloquei mais umas participações deles em discos de outros artistas e da bela e desconstruída versão de Let’s play that que saiu no Tributo ao Jards Macalé de 2013.

 

1. Alakorô (Metá Metá + Tony Allen)
2. SP No Shakin’ (Thiago França + Tony Allen)

3 . Atotô

4 . Me Perco nesse tempo ( Mercenárias cover)

5 . Sozinho

6 . Let’s play that (tributo Jards Macalé)

7 . Algo maior – Tulipa Ruíz participação Metá Metá (Dance -2015)

8 . Esfregar o limão por dentro e por fora – Bemônio com participação de Metá Metá e Ava Rocha (Desgosto- 2015)

9 . Irocô – Instituto com participação de Metá Metá e Guilherme Held na guitarra (Violar – 2015)

 

Download:

 

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Fiquem com o belo cover das Mercenárias que eles fizeram e sempre rola nos shows

DEMON FUZZ – AFREAKA! (1970)

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Afro-jazz psicodélico? Jazz-funk experimental? Rock progressivo negróide? Na verdade, isso pouco importa quando se escuta o álbum Afreaka! e o seu fulminante caldeirão sonoro de referências. Raridade lançada em 1970 pelo selo Dawn, trata-se do fantástico e obscuro disco do grupo britânico Demon Fuzz, cuja estrutura rítmica é alimentada por um mecanismo de conexão black com engrenagens multiplicando o fator groove.

Oriundo da cena afro-rock britânica (a mesma de bandas como Brotherhood of Breath e Noir), o combo era formado por Smokey Adams (voz), Ray Rhoden (piano, órgão), W. Raphael Joseph (guitarra), Sleepy Jack Joseph (baixo), Steven John (bateria), Clarance Brooms Crosdale (trombone), Paddy Corea (flauta, sax, congas) e Ayinde Folarin (congas), e durou apenas oito meses, o suficiente para conceber esta verdadeira obra-prima.

Miscelânea sonora sensacional, potencializada em jams fulminantes e arranjos maneiríssimos a cargo de Paddy Corea, privilegiando a individualidade dos instrumentistas envolvidos, sem perder a coesão e a unidade sonora. Discaço trazendo composições moldadas pela dupla R. Rhoden e W. R. Joseph e produção certeira de Barry Murray.

Um cruzamento de levadas grooveadas com influências jazzísticas e alternâncias climáticas, agrupando elementos do afrobeat de Fela Kuti; funkeira nervosa no compasso de JB’s, Funkadelic e Sly & Family Stone; pitadas de funk latino, antecipando aquilo que Mandrill, Osibisa e Cymande fariam com maestria na mesma década; e resquícios de psicodelia e progressivo nas belas passagens de órgão de Ray Rhoden, conduzindo a lisergia black.

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E não é só: frases de guitarra e linhas de baixo estilosas, flautas e solos de sax de cair o queixo, bateria e percussão afro bem destacadas, aliados ao vocal suave de Smokey Adams, que em maravilhas como “Hymn to Mother Earth” e “Disillusioned Man” parece cantar para o último de seus dias. Junto a faixas instrumentais de perder o fôlego como “Past, Present and Future” e “Mercy (Variation No.1)”, são alguns dos melhores temas que já escutei na seara da black music. O disco traz ainda uma versão instigante para “Another Country” do Electric Flag, bandaça por onde passaram nomes como o guitarrista Mike Bloomfield, o batera Buddy Miles e o cantor Nick Gravenites.

Para aqueles que já conheciam as cinco faixas do play original do Demon Fuzz, a novidade veio em 2005 com o lançamento de Afreaka! em formato digital (selo Janus Records), incluindo material do primeiro EP da banda, com três gravações ainda mais raras: “Message to Mankind”, “Fuzz Oriental Blues” e uma versão arrebatadora de “I Put a Spell On You”, clássico do maluquete Screamin’ Jay Hawkins.

Para os ratos de sebo que procuram uma obscuridade funky, é como achar o Santo Graal. Recomendadíssimo!

Texto “emprestado” do excelente blog:

Sinister Salad Musikal´s Weblog

Faixas:

01. Past, Present and Future
02. Disillusioned Man
03. Another Country
04. Hymn to Mother Earth
05. Mercy (Variation No. 1)
06. I Put a Spell on You [bonus track]
07. Message to Mankind [bonus track]
08. Fuzz Oriental Blues [bonus track]

Eu conheço há disco fazem uns 2 anos, sempre gostei, mas de uns tempos pra cá ando ouvindo muita coisa ligada a música africana e este disco me viciou nesses últimos dias.
Obra Prima do groove.

Download aqui

Tribo Massáhi – Estrelando Embaixador (1972)

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Side 1 – Timolô, Timodê

1 – Walk by jungle

2 – Fareua

3 – Harmatan

4 – Dandara

Side 2 – Lido’s Square

1 – Pae João

2 – Menina da janela

3 – OAN

4 – Madrugada sem lugar

Tribo’s members are:

Aymmi, Koffi, Korede, Kolawole, Duro Timi, Omopupa, Iyalode, and Abeke.

Guest musicians:

Lápis (cow bells), Romildo (Bass), Rui Barbosa (Acoustic guitar), and Nathalie (vocals).

Disco com apenas duas longas faixas em estilo jam, com quatro temas cada uma. Um misto de soul, ritmos latinos e africanos, com um clima lisérgico tão comum à época.

Resumindo: Afrobeat + Psicodelia + Candomblé

Tribo Massahi (oro)

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